“Tarcísio é o inimigo nº 1 do funcionalismo Público Estadual”

“Tarcísio é o inimigo nº 1 do funcionalismo Público Estadual”
O governador João Dória, representando a extrema-direita e lacaios da direita, prejudicaram o funcionalismo Público do Estado de São Paulo, principalmente os Professores. Foi o governador que instituiu o confisco sobre os proventos do funcionalismo que durou 30 meses e avançou contra os direitos das categorias públicas. Criou, inclusive, uma categoria de professores que possuem um salário maior do que professores mais antigos, mas era para tentar eleger o antigo Secretário da Educação. O confisco foi encerrado através da ação da Professora e Deputada Professora Bebel que através de um projeto de lei, conseguiu adesão de todos os Deputados para felicidade do funcionalismo aposentado, mas infelizmente, até hoje o Governo Tarcísio não devolveu os valores confiscados que já somam três salários mensais mais juros e correção monetária. A ação jurídica proposta por nossa entidade encontra-se em tramitação. Dória foi candidato a Presidente da República, mas foi obrigado a desistir. Felizmente, o a seu Candidato a Deputado Estadual também não foi eleito. Lamentavelmente, o PSDB apoiou o Candidato do PR de extrema-direita para nossa desgraça. Tarcísio é muito pior que o João Dória e vai no mesmo caminho. Faz um governo para os ricos, privatiza tudo que pode e tudo que inventa. Sua tática é lamber as botas dos militares, do bolsonarismo, da igreja universal, das bancadas da Bala, da Bíblia, dos Banqueiros, dos latifundiários e dos Norte-Americanos. Faz tudo que pode para prejudicar os trabalhadores, governando, na base da mentira, inclusive a sua campanha teve doações de banqueiros e do crime organizado. Agora, quer impor ao funcionalismo mais uma Reforma Administrativa da Educação (PL 1316/2025) que vai retirar mais direitos e prejudicar, ainda mais, os membros do Magistério Paulista. A proposta desloca a lógica de carreira estruturada e previsível para um modelo gerencial, centralizador e punitivo, ampliando mecanismos de controle, avaliação de desempenho e remoção. Na prática, a reforma substitui critérios objetivos de evolução funcional por uma meritocracia individualizante e condicionada a metas e avaliações definidas por decreto. O impacto será direto: a) avaliação de desempenho obrigatória para todos; b Promoção e evolução funcional condicionada à avaliação; c) Possibilidade de remoção de ofício por desempenho considerado “insatisfatório”; d) ampliação de mecanismos de punição funciona; e) Mudanças na atribuição de aulas e jornada. Isso gera instabilidade permanente na carreira e amplia o poder discricionário da gestão sobre o cotidiano docente. O modelo meritório foi condenado pelos criadores norte-americanos quando consideraram que o modelo como está não produz nenhuma eficiência: a) ignora desigualdades sociais; b) individualiza responsabilidades; c) enfraquece a cooperação pedagógica e pode transformar a avaliação em instrumentos de pressão e assédio institucional. Esperamos que a nossa ação sobre os parlamentares e sobre a sociedade paulista resultem numa mudança inteligente do Tarcísio para retirar o projeto da ALESP ou mesmo que seja rejeitado pelos Deputados. Nós da APEOESP e das entidades irmãs divulgaremos os nomes dos Deputados e Deputadas que apoiarem essa monstruosidade. Serão conhecidos, mais uma vez, como inimigos da Educação Pública Paulista. Professor Juvenal de Aguiar, Historiador, Escritor, Bloguista, Petista e Diretor Estadual da APEOESP.

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