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O arrocho salarial do Magistério é fruto da política compensatória!

         Historicamente o respeito ao mestre foi inerente ao modelo e interesse econômico do governo. No caso do Estado de São Paulo podemos afirmar que a conseqüência da queda salarial é devido à política de compensação social.          Até a década de sessenta o Professor Secundário recebia salário igual ao do Promotor Público e do Capitão da Força Pública. Era autoridade para todos os fins.          A presença do professor secundário era notada por todos. Na escola desempenhava um trabalho com prazer e eficiência.          A partir da década de sessenta a situação do Magistério começou a preocupar. A primeira queda do salário provocou a greve de 1961. Os professores usavam terno e gravata. Era regra para todos os funcionários públicos. Mesmo a caráter os mestres foram à greve. O motivo foi o arrocho salarial, mas a política b...

O salário do magistério é determinante para recuperação da qualidade da Escola Paulista – Só não vê...Quem não quer...

O salário do magistério é determinante para recuperação da qualidade da Escola Paulista – Só não vê...Quem não quer...          Atualmente o Sistema Educacional Brasileiro é o “centro das atenções” do país. Provoca debates e repercussões importantes. Alguns úteis e outros nocivos. Parece que as autoridades e a sociedade civil organizada vão continuar de braços cruzados na aplicação da política do “quanto pior melhor”.          Os secretários da educação dos Governos Covas, Alckmin, Serra e o Ex-Ministro da Educação do FHC (todos do PSDB) responsáveis pelo fracasso da Educação Paulista criticaram o desempenho de cada momento da pasta. Foi uma lavagem pública de roupa suja, ou seja, um culpa o outro pelo fracasso.          Nós da APEOESP e da CNTE não fomos surpreendidos pelos resultados, tendo em vista que criticamos e apresentamos propostas para modificação do projeto...

O salário do magistério é determinante para recuperação da qualidade da Escola Paulista – Só não vê...Quem não quer...

O salário do magistério é determinante para recuperação da qualidade da Escola Paulista – Só não vê...Quem não quer...          Atualmente o Sistema Educacional Brasileiro é o “centro das atenções” do país. Provoca debates e repercussões importantes. Alguns úteis e outros nocivos. Parece que as autoridades e a sociedade civil organizada vão continuar de braços cruzados na aplicação da política do “quanto pior melhor”.          Os secretários da educação dos Governos Covas, Alckmin, Serra e o Ex-Ministro da Educação do FHC (todos do PSDB) responsáveis pelo fracasso da Educação Paulista criticaram o desempenho de cada momento da pasta. Foi uma lavagem pública de roupa suja, ou seja, um culpa o outro pelo fracasso.          Nós da APEOESP e da CNTE não fomos surpreendidos pelos resultados, tendo em vista que criticamos e apresentamos propostas para modificação do projet...

Previdência: Exemplo para o mundo!

  Previdência: Exemplo para o mundo!          A visão distorcida da sociedade brasileira coloca em risco “o maior programa social do mundo”. A Previdência Social do Brasil é Assistência Social, Saúde e Aposentadoria. O programa é deficitário, tendo em vista que é investimento e resultado de dezenas de anos de planejamento, bem como serve de assalto de maus empresários, de governos que foram perdulários, além de aplicar os recursos da Previdência em outros setores, provocaram verdadeiros rombos no dinheiro dos trabalhadores. O programa enquanto fundo de aposentadoria foi brilhante, historicamente, superavitário. O problema surgiu quando o próprio governo passou a usar os recursos da previdência na construção e manutenção da infra-estrutura do país, quando foi conivente com empresários que não recolhiam as contribuições dos trabalhadores, quando criou estatais deficitárias roubando o maior instituto de aposentadorias do mundo. A previdência pos...

Por que “José Serra” perdeu as eleições? (Parte V)

Advertência para Geraldo Alckmin! Reivindicações do Magistério Paulista          O PSDB e respectivos aliados levaram a conjuntura nos estados que governam às últimas conseqüências, ou seja: “A cartilha neoliberal” foi à única receita. Privatizar, achatar o salário do funcionalismo, violentar os aposentados e reduzir a máquina do estado.          Desde o “Governo Mário Covas” no Estado de São Paulo adotaram a mesma técnica do Maluf, Quércia, Fleury, ou seja: Trataram o movimento do funcionalismo com extrema violência.          Quando “Mário Covas” chegou ao governo havia esperanças que pudesse repetir o “Governo Montoro” que foi mais humano. A social democracia, ainda, soava com respeito ao funcionalismo e aos aposentados. Quanta desilusão! Foi um verdadeiro estelionato eleitoral. Uma das áreas mais atingidas foi à educação.        ...

Por que “José Serra” perdeu as eleições? (Parte IV).

Advertência para Geraldo Alckmin! (Aposentados)          “José Serra” perdeu as eleições por muitos motivos. Nesta parte pretendemos mostrar o saco de maldades contra os Aposentados (Funcionários Públicos ou Aposentados do INSS).          O Presidente Fernando Henrique Cardoso deixou o Funcionalismo Federal e os Aposentados do INSS durante oito anos sem nenhum tipo de reajuste, exceto os considerados “Carreiras de Estado”.          No estado de São Paulo, desde o “governo Mário Covas” os canhões, também, estão apontados e disparados contra os Aposentados, a saber:          Na área da educação, através da Lei 836/96, mandou transformar o patrimônio dos aposentados que era calculado em hora/aula, para hora/relógio e reduziu o salário em, aproximadamente, em 20%. Para os professores ativos, no governo Alckmin, voltou ao que era ante...

Por que “José Serra” perdeu as eleições? (Parte III)

Advertência para Geraldo Alckmin! (Parte III)          José Serra perdeu as eleições por muitos motivos. Governou para as elites e esqueceu a grande massa popular. Esqueceu que o atendimento nas repartições públicas é realizado por Professores, Policiais, Médicos e demais funcionários Públicos. Serra partiu para o confronto com todas as entidades do funcionalismo, quis levar o programa do PSDB às últimas conseqüências: “Não haverá reajuste para o funcionalismo” nosso programa é privatizar.          Acontece que Cláudio Lembo, enquanto Governador, promulgou a Lei 12391 em 23 de Maio de 2006 que estabelece revisão anual de salários na data base (1º de Março).          Serra não cumpriu a Lei, nem sequer uma única vez, ou seja: considerou a Lei como “Letra morta”.          As entidades do funcionalismo ao reivindicar os reajustes p...